Mulheres moldando o futuro da diversidade do gênero

Em setembro, moderei um painel da Advertising Week em New York, no qual quatro executivas inspiradoras, de diferentes países, relataram como aumentaram a diversidade de gênero nas suas corporações.

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Depois dessa ocasião, tive uma conversa com Inga Stenta da Reebok e Heidi Anderson do Linkedin, que claramente abriram caminho para mulheres ambiciosas que desejam subir na vida - e, com sorte, com menos "Bro Hugs". Suas histórias me inspiraram a lançar uma série de entrevistas com pessoas influentes que promovem ativamente a representação justa das mulheres em suas corporações. Espero que essas experiências positivas não só inspirem, mas também sejam ponto de referência para empresas avançadas e progressistas.

Ter pessoas como exemplo é importante

Nossa pesquisa revelou um número impressionante de mulheres ambiciosas. 90% das mulheres com ocupações nas mídias, atividades criativas e publicidade e propaganda, nos EUA, disseram que gostariam de liderar. O que podemos fazer para ajudar mulheres capacitadas e dedicadas a chegar ao topo? Essa é uma questão complexa, mas uma resposta para isso são os bons exemplos. No entanto, segundo Heidi Anderson, há poucos exemplos. Ela descobriu que o efeito da falta de apoio no trabalho e na vida familiar significava que ela precisava construir seu próprio telhado de vidro. Este problema não foi resolvido no passado. Nossa pesquisa descobriu que um terço das mulheres entre 18 a 29 anos, com ocupação na indústria, tem problemas para encontrar alguém para se espelhar, o que deixa claro que é necessário muito mais mulheres em cargos de direção, para enfrentar essa questão de longo prazo.

Foi exatamente esse desafio que levou Heidi a apoiar essa causa quando ela alcançou uma posição de liderança. Quando questionada sobre os esforços do Linkedin para apoiar a diversidade de gênero, ela descreve o Linkedin como uma "empresa progressista que quer investir para ajudar as mulheres a ter acesso a mentoria e abrir oportunidades" e "muitas mulheres estão dispostas a percorrer o caminho".

A iniciativa deve sair da sala de reuniões

Para a Inga, os programas de mentoria são o cerne da mudança quando se trata de executivas femininas em indústrias conhecidas por sua 'bro culture' - uma espécie de 'clube do Bolinha'. De acordo com a equipe de liderança sênior, que jogou os holofotes na questão, o comportamento enraizado machista está ficando, lentamente, para trás. Nossa pesquisa, neste ano, mostrou que 76% das mulheres têm um forte desejo de aprender durante toda vida, isso é 10% a mais do que os homens. A organização fez um bom progresso através da introdução de programas de mentoria e por outros caminhos, que facilitaram o avanço das mulheres na Reebok.

O compromisso para incentivar a diversidade do gênero, pode ser claramente visto em toda a empresa e vai desde o alto escalão até o departamento de publicidade. "A ideia por trás da campanha Be More Human é autodesafio constante, não importa o porquê, (porque) sabemos que as mulheres não querem ser iguais, mas sempre tentam ser melhores". Essa capacidade de conexão com o consumidor "sub-atendido" aumentou as vendas para 40%, em comparação com uma média de 25% no varejo esportivo.

Quando a receita convence a indústria a orientar mais para o consumidor, deixo as estatísticas falarem por si mesmas.

Sobre a autora

Meabh Quoirin é cofundadora e CEO da Foresight Factory, oradora bilíngüe. Ela tem mais de 2 décadas de experiência em assessorar empresas em todo o mundo em suas análises e tendências de consumidores. Este artigo o foi publicado no Linkedin. 

 

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Obrigada pela leitura! 

Wilgen e o time da alugha!

 

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